O país está confinado desde 7 de novembro e atualmente tem seu maior índice de infecções diárias, com mais de 2.700 novos casos, disse o ministro grego da Saúde, Vassilis Kikilias.

"Estamos passando pela parte mais difícil desta pandemia", alertou o ministro, que observou que os hospitais públicos de Atenas estão sob uma "pressão insuportável" há semanas.

"No ritmo de novas internações, o sistema de saúde ultrapassa seus limites em termos de infraestrutura e pessoal", disse, insistindo no "aumento significativo" das infecções pela variante do coronavírus detectada inicialmente na Inglaterra.

Um hospital militar e dois hospitais privados na capital terão que tratar pacientes que não estão com covid-19 para liberar leitos em hospitais públicos.

Além disso, a partir de quinta-feira os moradores não poderão sair do local onde vivem, nem mesmo para fazer compras ou praticar exercícios.

Essas "medidas buscam reduzir a mobilidade", disse o vice-ministro da Proteção Civil, Nikos Hardalias, durante a mesma entrevista coletiva, insistindo para que a população fique "em casa".

A Grécia, com 11 milhões de habitantes, registrou cerca de 200.000 casos e 6.600 mortes por covid-19.

Até o momento, mais de 950.000 pessoas foram vacinadas.

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