Alguns deles, entre os quais havia militantes feministas e anticorrupção, puderam falar com o líder dos golpistas, tenente-coronel Mamady Dumbuya.

As opiniões destes militantes foram muito diversas após a reunião com as novas autoridades militares, que depuseram no começo do mês do presidente Alpha Condé.

"Foi muito bem (...) Tive a impressão de que quis escutar todos os atores da nação antes de anunciar o planejamento que falta para dirigir o país", explicou Mariama Satina Diallo Sy, porta-voz da Coalizão de mulheres da sociedade.

Ao contrário, outros militantes mostraram-se decepcionados ao não poder participar de consultas no Palácio do Povo.

A junta militar iniciou na terça-feira quatro dias de consultas para formar um governo e definir o conteúdo de uma transição que devolva o país a um poder civil.

Liderados por Dumbuya, os golpistas capturaram em 5 de setembro Condé e dissolveram as instituições.

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