O decreto indica entre os motivos de sua dissolução o incitamento "à violência contra as pessoas por sua origem, raça e religião".

Salienta ainda que "pela sua forma e organização militar (...) pode ser considerada como sendo de caráter de uma milícia privada".

Foi o ministro do Interior, Gérald Darmanin, quem deu início ao procedimento de ilegalidade em meados de fevereiro, depois de uma ação contra imigrantes nos Pirenéus.

Criado oficialmente em 2012, esse pequeno grupo declara ter 2.800 membros, mas especialistas estimam que tenha no máximo 800 militantes e apoiadores.

Tornou-se conhecido há seis anos, ao ocupar as obras de uma mesquita em construção em Poitiers.

O grupo faz amplo uso dos meios de comunicação e das redes sociais para divulgar suas ideias e ações.

Seus membros defendem uma visão étnica e cultural da Europa branca e cristã que, em sua opinião, não pode ser assimilada ao Islã.

Por isso, defendem o retorno de todos os imigrantes aos seus países de origem.

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