"Garantimos que nossas capacidades de reserva estejam no máximo. Esperamos chegar perto de 100% no início do outono", disse Borne durante uma visita a um centro nacional de comando de gás na região de Paris.

A medida da segunda economia da União Europeia (UE) faz parte de um movimento do bloco que busca garantir que suas reservas de gás sejam de pelo menos 80% até 1º de novembro, em plena redução da oferta de gás russo.

Atualmente, as transportadoras francesas são obrigadas a preencher suas reservas em 85% até essa data. Hoje estão com 59% de suas capacidades, ante 46% no mesmo período de 2021.

O governo vai pedir-lhes que comprem gás para encher os seus depósitos e, para isso, se beneficiarão de uma "garantia financeira" pública, explicaram fontes do gabinete da primeira-ministra.

Outra medida para reduzir a dependência do gás russo é o lançamento em 2023 de um novo terminal de gás natural liquefeito (GNL) na costa de Le Havre (noroeste), promovido pela TotalEnergies.

Este projeto eleva para cinco o número de terminais de importação de GNL na França, que já conta com dois em Fos-sur-mer (sudeste), um em Montoir-de-Bretagne (oeste) e outro em Dunquerque (norte).

A Alemanha, muito mais dependente da Rússia, ativou nesta quinta-feira o "nível de alerta" do plano que visa garantir o seu abastecimento de gás, depois de Moscou ter reduzido o seu abastecimento em 60% através do gasoduto Nord Stream.

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