"É um avanço considerável, era preciso esclarecê-lo, era a condição para que houvesse uma verdadeira cooperação na fronteira" entre o país sul-americano e o departamento francês da Guiana, reagiu a pasta ao anunciar a assinatura em breve de um acordo com o colega surinamês, Albert Ramdin.

Esta assinatura, que se refere às "ilhas dos rios Maroni e Lawa", deveria ocorrer "nas próximas semanas", disse nesta quinta-feira à AFP uma fonte diplomática.

A fronteira, de 500 quilômetros, continua sem delimitação em sua totalidade. Só alguns trechos foram demarcados em textos internacionais de 1891 e 1915.

Este esclarecimento facilitará "a luta contra o tráfico ilegal de ouro, uma chaga sanitária e ambiental", disse a chancelaria francesa.

Na Guiana, território francês na América do Sul, esta luta mobiliza a cada dia centenas de soldados, policiais, agentes alfandegários, gendarmes e guardas florestais em um território do tamanho de Honduras.

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