"Mahmud me disse que começaram a cavar (o túnel) em dezembro. De fato, é o que já tinham dito aos agentes israelenses", explicou à AFP Raslan Mahajana, advogado de Mahmud Ardah, membro do grupo armado Jihad Islâmica e considerado o mentor da fuga.

Outro advogado confirmou a informação.

O defensor de Ardah detalhou que para cavar o túnel, foram usados colheres, pratos e até o cabo de uma frigideira.

Em 6 de setembro, seis prisioneiros palestinos fugiram de um centro penitenciário de alta segurança em Gilboa, norte de Israel, através de um túnel cavado debaixo de um lavabo e que dá para o exterior da prisão.

Esta fuga, digna de um filme de Hollywood, motivou uma ampla operação das forças de segurança israelenses para prender os foragidos, presos por crimes de violência, mas considerados "heróis" pelos palestinos.

As forças israelenses recapturaram quatro dos detentos, entre eles Ardah. Mas dois deles continuam foragidos.

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