Filho do empresário Dmitry Mazepin, dono da fabricante de fertilizantes minerais Uralchem, Nikita, de 21 anos, vai contribuir com capital para uma equipe em apuros financeiros por causa de seus péssimos resultados esportivos, sinônimo de redução de prêmios, além da falta de receita ligada à pandemia.

Um acordo de patrocínio com a empresa do pai do piloto pode ser fechado, enfatizou o chefe da Haas, Guenther Steiner, em entrevista coletiva online nesta terça-feira.

"Existem pilotos muito bons que vieram para a Fórmula 1 com patrocinadores", afirmou, citando o mexicano Sergio Pérez (apoiado pelo milionário Carlos Slim) ou o canadense Lance Stroll (seu pai é dono da equipe Racing Point).

"Se eles são bons na F2 e trazem um patrocinador, por que dizer não?" perguntou Steiner, admitindo na semana passada que sua equipe esteve perto de não sobreviver ao caótico 2020.

Em teste no final da temporada, neste fim de semana no Bahrein, Mazepin é terceiro no Campeonatoda F2, 43 pontos atrás do líder, Mick Schumacher, filho da lenda Michael, que pode ser seu companheiro de equipe no próxima temporada, embora no momento Haas não tenha aberto uma segunda vaga.

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