O número de civis mortos a cada ano nestes bombardeios aumentou 330% no período, segundo o estudo do Instituto Watson para as Relações Internacionais da Universidade Brown (Rhode Island), publicado na segunda-feira.

"Não concordamos com esta análise parcial", afirmou o coronel Sonny Leggett, porta-voz das forças americanas no Afeganistão, em um comunicado.

Em 2019, 700 civis afegãos morreram nos bombardeios, o maior balanço anual desde 2001 e 2002, primeiros anos da guerra no Afeganistão, segundo o estudo.

O governo dos Estados Unidos suspendeu em 2017 as restrições impostas até então às forças americanas no Afeganistão para executar bombardeios contra os talibãs.

Leggett, porém, afirma que o estudo "é baseado em dados questionados e não leva em consideração as vítimas civis provocadas pelos ataques dos talibãs e do grupo Estado Islâmico".

Leggett também afirmou que as forças afegãs fizeram um "enorme esforço" para evitar perdas civis.

Apesar das atuais negociações entre o governo de Cabul e os insurgentes talibãs, a violência aumentou em todo o país, com ataques diários contra as forças de segurança afegãs.

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