O caixão, coberto com uma bandeira da França e outra da Europa, foi transportado para a igrejinha do povoado, em meio a um silêncio quebrado apenas pela chuva e pelo clique das máquinas fotográficas dos jornalistas.

Cerca de quarenta pessoas, familiares e amigos próximos, participaram da missa fúnebre, em parte por causa das medidas sanitárias em vigor devido à pandemia de covid-19, mas fundamentalmente para respeitar a vontade do ex-presidente, que queria uma cerimônia íntima, segundo seu filho, Henri Giscard d'Estaing.

Giscard d'Estaing presidiu a França de 1974 a 1981 e seu mandato foi impregnado de importantes reformas revestidas de uma aura de modernidade, como a legalização do aborto ou a redução da idade mínima para votar para 18 anos.

Além disso, foi um europeu convicto e fervoroso, qualidade que muitos líderes elogiaram nos últimos dias.

O ex-presidente foi sepultado ao lado de sua filha Jacinte, falecida em 2018, em terras que pertencem à família.

O presidente Emmanuel Macron decretou um dia de luto nacional na quarta-feira para homenagear aquele que ele chamou de "uma figura crucial na história da República".

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