Gudkov, de 41 anos e detido na terça-feira em meio a uma investigação sobre aluguéis não pagos, "está em liberdade, sem ser acusado", disse Mikhaíl Biriukov.

O opositor enfrentava suspeitas de fraude e abuso de confiança, crimes castigados com cinco anos de prisão.

Depois da sua detenção, seu pai Gennadi Gudkov, também ex-deputado, denunciou uma tentativa de "limpar a cena política" e de "silenciar todos os críticos do poder".

Sua prisão ocorreu um dia depois do de Andréi Pivovarov, ex-diretor da organização Rússia Aberta fundada pelo oligarca exilado e detrator do Kremlin, Mikhaíl Khodorkovski.

Detido quando ia sair de São Petersburgo (noroeste), Pivovarov, de 39 anos, é acusado de participar de "atividades de uma ONG estrangeira reconhecida como indesejável".

O homem, que enfrenta seis anos de prisão, se encontra em prisão preventiva até pelo menos 31 de julho.

Os detratores do presidente russo, Vladimir Putin, o acusam de tentar fazer uma "limpeza" antes das eleições legislativas de 19 de setembro.

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