"A Constituição é muito clara sobre o papel das Forças Armadas e da Polícia Boliviana; nós, como sempre fizemos, respeitaremos sua institucionalidade", escreveu Morales noTwitter.

"Todas e todos devemos agir com calma e no marco constitucional", afirmou.

Centenas de manifestantes marcharam na segunda-feira até o quartel da Oitava Divisão do Exército na cidade de Santa Cruz, onde pediram aos gritos "auxílio militar" para evitar que o Movimento ao Socialismo (MAS) de Morales volte ao poder.

"Não quero um país comunista", dizia um cartaz, segundo o jornal El Deber de Santa Cruz, a região mais rica da Bolívia, 900 km ao leste de La Paz.

"Eu apoio a transição constitucional do poder para uma junta militar para evitar uma segunda fraude eleitoral", dizia outro cartaz.

No entanto, o Tribunal Supremo Eleitoral, assim como a presidente interina de direita, Jeanine Áñez, e quatro missões de observadores internacionais destacaram que as eleições de 18 de outubro foram limpas e pacíficas, e que é legítima a vitória de Arce, com 55,11% dos votos.

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