O país, que vive um recrudescimento da epidemia, registrou 94.125 novos casos às 20h30 locais (21h30 de Brasília), segundo números da universidade, atualizados constantemente.

A contagem registrou, ainda, 919 novos óbitos, elevando o total de mortos pela doença a 229.544.

O total de casos detectados oficialmente no país, o mais afetado do mundo pela pandemia em termos absolutos, chega a 9.034.295.

Atualmente, a situação mais difícil está no norte e no Meio Oeste do país.

A quatro dias das eleições de 3 de novembro, o candidato democrata, Joe Biden, fez da gestão da crise sanitária sua principal arma contra o presidente Donald Trump.

A pandemia de covid-19 mergulhou o país na pior crise sanitária desde a gripe espanhola, em 1918, e na pior recessão desde a Grande Depressão, em 1929.

Nesta sexta, Trump voltou a minimizar a gravidade do novo coronavírus, com o qual ele mesmo se contagiou e do qual se recuperou.

"Só queremos voltar à normalidade", disse a uma multidão reunida em um comício em Michigan. "Se você pegar, ficará melhor e depois estará imune", emendou.

Biden, enquanto isso, intensificou as críticas ao presidente.

Em Des Moines, Iowa, ele insistiu em que Trump "acenou a bandeira branca" para a covid-19.

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