O Departamento do Tesouro anunciou o congelamento dos ativos nos Estados Unidos e restrições de viagem para 14 vice-presidentes do Comitê Permanente do Congresso Nacional do Povo (parlamento), que impulsionou uma dura lei de segurança para a ex-colônia britânica.

"Estados Unidos continuará trabalhando com nossos aliados e sócios para responsabilizar Pequim por prejudicar a autonomia prometida para Hong Kong", disse em um comunicado o secretário de Estado, Mike Pompeo.

Ele pediu "novamente a Pequim que cumpra com seus compromissos internacionais e escute as vozes dos muitos países que condenaram suas ações".

Washington já impôs sanções à chefe do Executivo de Hong Kong, a pró-Pequim Carrie Lam, que tentou minimizar o impacto das sanções embora recentemente tenha reconhecido em uma entrevista que já não pode ter uma conta bancária devido e que precisa usar dinheiro em espécie.

A nova lei de segurança para Hong Kong foi aprovada em junho apesar das advertências de que com ela Pequim violaria seu compromisso de permitir um sistema independente para Hong Kong, território que Londres devolveu à China em 1997.

Nesta segunda-feira, a polícia usou a lei para prender três estudantes que no mês passado cantaram slogans no campus universitário.

Em novembro, legisladores pró-democracia renunciaram em massa ao Conselho Legislativo após a desqualificação de quatro colegas.

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