Dezoito países eram candidatos para preencher 18 vagas a partir de 1º de janeiro. Os Estados Unidos obtiveram 168 votos e a Eritreia 144.

Além dos Estados Unidos e da Eritreia, Argentina, Honduras, Paraguai, Finlândia, Luxemburgo, Benin, Camarões, Gâmbia, Somália, Emirados Árabes Unidos, Índia, Cazaquistão, Malásia, Catar, Lituânia e Montenegro foram eleitos por maioria (um mínimo de 97 votos).

Aproveitando a ausência dos Estados Unidos, China e vários de seus parceiros, incluindo Belarus e Venezuela, multiplicaram nos últimos anos as declarações conjuntas em apoio às ações de Pequim em Hong Kong, Xinjiang e Tibete, e denunciaram as "violações dos direitos humanos" em países ocidentais, incluindo aqueles de povos indígenas canadenses.

Na eleição de hoje, algumas ONGs acusaram grupos regionais de terem apresentado o mesmo número de candidatos e vagas - uma "farsa eleitoral" para UN Watch - e de não terem impedido candidaturas de países autoritários.

Com sede em Genebra, o Conselho de Direitos Humanos tem um total de 47 membros. A presença de regimes autoritários que violam os direitos humanos é alvo de críticas há anos.

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