"Hoje, o governo anuncia o quadro para a divisão das 80 milhões de doses americanas através do mundo", declarou a Casa Branca em um comunicado.

"Ao menos três quartos das doses doadas serão distribuídas via Covax", acrescentou.

Os 25% restantes (20 milhões de doses) serão destinadas "a países necessitados, aqueles que enfrentam surtos da epidemia, a vizinhos imediatos" dos Estados Unidos, explicou a Casa Branca.

Washington também detalhou os países aos quais serão enviadas as primeiras 25 milhões de doses: quase 19 milhões passarão pelo Covax (6 milhões para a América do Sul e Central, 7 milhões para a Ásia e 5 milhões para a África).

E as 6 milhões restantes serão distribuídas diretamente aos países "parceiros" (México, Canadá, Egito, Iraque, Iêmen...).

"O processo de exportar os primeiros 25 milhões está em andamento", disse à imprensa Jeff Zients, coordenador da Casa Branca para a resposta à covid-19.

"Compartilhamos essas doses, não por favores ou concessões. Compartilhamos essas vacinas para salvar vidas e liderar o mundo em direção ao fim da pandemia com o poder de nosso exemplo e nossos valores", disse Biden em um comunicado.

A Casa Branca informou que, para as doses a serem distribuídas por meio do mecanismo Covax, Washington priorizará países da América Latina e Caribe, e do Sul e Sudeste Asiático e da África.

O sistema Covax, fundado pela OMS, busca vacinas suficientes para 30% da população de 92 dos territórios mais pobres do mundo. O custo das vacias é coberto pelos doadores.

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