"O processo eleitoral venezuelano foi reduzido a uma farsa pela ditadura de Maduro. Diante da tremenda repressão, a consulta popular está dando voz ao povo venezuelano", afirmou Pompeo em um comunicado, aplaudindo a iniciativa e ratificando o apoio de Washington a Guaidó.

Guaidó, o chefe parlamentar reconhecido como presidente interino da Venezuela pelos Estados Unidos e por cinquenta países que consideram fraudulenta a reeleição de Maduro em 2018, pediu aos venezuelanos que se pronunciem após as eleições de domingo, nas quais o chavismo recuperou o controle do legislativo em mãos da oposição desde 2015.

Pompeo destacou que a "consulta popular" promovida por Guaidó oferece "uma plataforma para que os venezuelanos, incluindo os que se veem obrigados a fugir ao exterior sob ameaça de perseguição, tortura ou morte, exijam eleições presidenciais e legislativas livres e justas".

"É uma oportunidade para expressar seu apoio à transiçãp para a democracia na Venezuela e rejeitar as fraudulentas eleições legislativas do regime", destacou.

O plebiscito, organizado de acordo com a Constituição venezuelana, ocorre de segunda-feira até sábado, mas não possui o aval da autoridade eleitoral, de linha oficialista.

O partido de Maduro ganhou as eleições de domingo, que foram realizadas com abstenção de 69% e com uma forte rejeição internacional, e deve assumir o controle do Parlamento em 5 de janeiro.

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