A China considera esta ilha de 23 milhões de habitantes parte de seu território e não aceita qualquer reconhecimento internacional do arquipélago.

Um vídeo promocional de um evento envolvendo Snickers e o grupo musical sul-coreano BTS terminava com a frase "disponível apenas nos seguintes países", com as bandeiras da Coreia do Sul, Malásia e da República da China (Taiwan).

Embora não fosse destinado ao mercado chinês, o vídeo foi encontrado por alguns internautas do pais e gerou polêmica nas redes sociais.

"Estamos cientes dos relatos na imprensa sobre atividades relacionadas a Snickers em certas regiões da Ásia", afirmou a Mars Wrigley em um comunicado publicado na conta oficial da Snickers China na rede social Weibo na sexta-feira.

"Levamos isso muito a sério e expressamos nossas profundas desculpas", acrescentou a empresa, que disse "respeitar a soberania e a integridade territorial da China".

Depois da polêmica, a Snickers China publicou em sua conta no Weibo uma mensagem que afirma: "Há apenas uma China neste mundo, e Taiwan é uma parte inalienável do território da China".

A polêmica acontece em um momento de tensão entre a China e a ilha autônoma, depois da visita da presidente da Câmara de Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, a Taiwan.

bys-ehl/bpi/sag/me/fp

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