"Temos agora mais de 50 mortos desde o início do golpe de Estado e vários feridos", acrescentou.

A emissária afirmou que mantém contato com todas as partes em Mianmar, incluindo os militares. Esses últimos indicaram que planejam eleições "em um ano", acrescentou.

Questionada sobre as condições impostas pelos militares para uma possível visita sua a Mianmar, que a ONU exige há um mês, Schraner respondeu que disseram a ela que seria bem-vinda, mas "não agora", porque precisam resolver alguns problemas antes.

As forças de segurança birmanesas continuaram disparando balas reais contra os manifestantes nesta quarta-feira, desafiando todas as condenações internacionais. A junta militar intensificou sua repressão desde o golpe que derrubou o governo civil de Aung San Suu Kyi em 1º de fevereiro.

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