As novas execuções aconteceram na prisão de Borg Al Arab, perto de Alexandria (norte).

Os executados foram condenados por assassinatos cometidos nos últimos anos nas regiões de Alexandria e Beheira (norte), de acordo com as fontes das forças de segurança.

No sábado, cinco pessoas, incluindo três mulheres, foram executadas em Ismailia (nordeste), também por crimes comuns.

Em dezembro, a Anistia Internacional denunciou um "frenesi de execuções" no Egito, com dezenas de detentos mortos nos últimos meses de 2020.

A organização também criticou as condenações obtidas após "'confissões' contaminadas pela tortura".

A Human Rights Watch afirmou em outubro que 49 execuções aconteceram em 10 dias do mês e pediu o "fim imediato" das mesmas.

A organização afirma que sob a presidência de Abdel Fatah al Sisi, eleito em 2014, o Egito se tornou um dos 10 países com mais aplicações da pena de morte.

A sharía, ou lei islâmica, é a principal base do direito egípcio, segundo a Constituição de 2014, e legitima a aplicação da pena capital.

As execuções afetam presos comuns, assim como opositores acusados de terrorismo e outros crimes.

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