Estes disparos não provocaram nem danos, nem vítimas, e não foram reivindicados até o momento, mas os Estados Unidos acusam regularmente grupos iraquianos pró-Irã de atacar suas tropas e diplomatas.

Trata-se do décimo quarto ataque, incluindo seis com foguetes, dirigidos a tropas americanas, a embaixada dos Estados Unidos ou os comboios iraquianos que dão apoio logístico às tropas estrangeiras desde que Joe Biden assumiu a Presidência em janeiro.

Dois americanos e um civil iraquiano morreram nestes ataques.

Um civil iraquiano que trabalhava em uma empresa de manutenção de aviões de combate americanos para as forças aéreas iraquianas também ficou ferido em um dos ataques.

Algumas vezes, estas operações são reivindicadas por grupos não identificados que, segundo especialistas, são uma cortina de fumaça para organizações apoiadas pelo Irã, presentes há tempos no Iraque.

Qais al Khazali, alto funcionário pró-iraniano da força paramilitar patrocinada pelo Estado Hashed al Shaabi, disse recentemente que a "resistência" estava realizando ataques e que se intensificariam "a menos que os Estados Unidos retirem todas as suas forças de combate de todo o Iraque".

Este último ataque coincide com a preparação em Washington de um diálogo estratégico com o governo do primeiro-ministro Mustafá Al Kadhemi, alvo regular de ameaças das facções pró-iranianas.

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