Embora o índice de desemprego tenha cedido de 6,9% para 6,7% em um mês, atingindo um mínimo desde que a pandemia pulverizou o mercado de trabalho, ainda há 10,7 milhões de desempregados no país, aos quais se somam pessoas que pararam de procurar uma vaga.

As autoridades destacaram que esse índice está oito pontos abaixo do máximo alcançado durante a pandemia, em abril, mas permanece 3,2 pontos percentuais acima do nível anterior à chegada do vírus.

"Estas melhoras no mercado de trabalho refletem a contínua retomada da atividade", afirma o governo, o qual, ao mesmo tempo, amenizou a mensagem, apontando que o ritmo de melhora "se moderou nos últimos meses".

Os analistas esperavam a inclusão de 650 mil vagas no mercado no mês passado, mas vários economistas já haviam alertado que esse número poderia ser muito mais baixo, devido aos indicadores de que as contratações estavam se desacelerando pelo avanço do coronavírus.

Esse cenário preocupa os especialistas, uma vez que o vírus avança sem controle nos Estados Unidos, o país com mais mortes pela pandemia no mundo. Na quinta-feira, os EUA registraram 210 mil novos casos de contágio em um único dia.

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