"É provável que a mudança climática e o contínuo aumento das temperaturas globais aumentem a frequência e a intensidade dos desastres naturais", afirmou o FMI em seu último relatório semestral "Perspectivas da economia mundial" (WEO, na sigla em inglês).

O Fundo estima que as grandes catástrofes naturais relacionadas com o clima reduzem o crescimento de uma região em 1,2 ponto percentual em média, e de 1,6 a 1,8 ponto percentual, no caso dos países pobres, ou das ilhas.

"Os ciclones tropicais, que têm efeitos devastadores tanto nas economias das ilhas pequenas quanto nas regiões costeiras dos países maiores, provocam perdas que não se recuperam, nem mesmo 20 anos depois da destruição causada pela tormenta", afirma o informe.

Além disso, ao afetar populações mais vulneráveis, estes desastres deixam um impacto "intergeracional" na saúde, mas também na educação da população.

No mais longo prazo, "a ameaça da mudança climática é cada vez mais premente e exige uma ação audaz para limitar as emissões, especialmente para os maiores poluidores", completa o FMI.

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