São pelo menos 120 obras, de Amadeo Modigliani, Camille Corot, Claude Monet e Giorgio de Chirico, que estavam na sede romana da RAI.

Alertados pela direção da RAI, a Promotoria de Roma e as forças de segurança especializadas na proteção do patrimônio cultural abriram uma investigação em março.

De acordo com a imprensa, que dá amplo destaque ao caso nesta sexta-feira, várias delegações da RAI em todo o território italiano foram afetadas.

Nicola Sinisi, diretor do patrimônio artístico da RAI, descartou a hipótese de desaparecimentos "aleatórios", embora algumas obras possam simplesmente ter sido perdidas.

"Estamos diante de uma série de desaparecimentos que parecem voluntários", afirmou ao jornal La Repubblica.

As coleções da RAI têm 1.500 obras, com valor estimado de 100 milhões de euros (120 milhões de dólares), segundo os jornais Il Messaggero e La Repubblica. Foram adquiridas com a receita da licença de televisão.

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