José Gabriel Álvarez Ortiz, codinome 'Alex', ficou em poder da Interpol nesta quarta-feira "para que (...) seja trasladado e entregue à justiça dos Estados Unidos", informou em mensagem no Twitter o ministro da Justiça, Wilson Ruiz.

Assim como outros dois supostos membros desta guerrilha, entregues à justiça americana em agosto, Álvarez é procurado por uma corte do estado do Texas "por fabricar, distribuir e possuir (...) cocaína" na fronteira com a Venezuela para exportá-la aos Estados Unidos, segundo a justiça.

O ELN nega que estas pessoas pertençam às suas fileiras.

Álvarez foi detido em setembro de 2020 em Ocaña, um município próximo da fronteira com a Venezuela. Sua saída foi adiada por várias semanas por ter sido contagiado pelo coronavírus.

Em março, o governo de Iván Duque anunciou a extradição de 11 membros da guerrilha, ativa desde 1964 e composta por cerca de 2.300 combatentes.

O presidente conservador sepultou os diálogos de paz mantidos por seu antecessor, o Nobel da Paz Juan Manuel Santos, com o ELN depois de um ataque com carro-bomba contra uma academia de polícia, que deixou 22 cadetes mortos, além do atacante, no começo de 2019.

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