"Nesta manhã um novo motim na (prisão de) Cotopaxi, deixa 5 guardas detidos; coordenamos ações de intervenção", escreveu Carrillo em sua conta no Twitter.

"O problema carcerário tem graves consequências e é diverso em suas manifestações, as crises nós resolvemos temporariamente com enormes esforços e sacrifícios", acrescentou.

Na terça-feira passada, o Equador viveu sua pior crise carcerária quando 79 reclusos dos pavilhões de segurança máxima morreram em violentos motins registrados em quatro presídios: dois do porto de Guayaquil (sudoeste), um de Cuenca (sul) e outro de Latacunga (centro).

As penitenciárias dessas três cidades são as principais do país e concentram 70% da população carcerária, de 38.000 pessoas.

Na prisão de Turi, na andina Cuenca, alguns presos foram decapitados e desmembrados e quase foram queimados, segundo a Promotoria.

As autoridades atribuem os motins a um confronto de gangues criminosas que disputam o poder e que estão supostamente vinculadas a organizações mexicanas e colombianas.

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