Entre as empresas multadas estão grandes marcas como Zuoyebang, que conta com o investimento da gigante do comércio eletrônico Alibaba, e Yuanfudao, apoiada pelo grupo Tencent. As multas são de 36,5 milhões de yuanes.

Depois de impor as multas e alertar as empresas do setor tecnológico, ativas no comércio online e nos vídeogames, streaming ou na entrega de alimentos, por práticas anti-concorrência, Pequim passou agora para a ofensiva contra as empresas de apoio escolar.

As sanções ocorrem depois que o presidente Xi Jinping alertou em março sobre problemas no setor da educação, incluindo uma pressão excessiva sobre os jovens estudantes.

O ministério da Educação chinês também planeja criar uma divisão que supervisione as plataformas de educação privada, de acordo com a imprensa chinesa.

Nesta terça-feira, o regulador do mercado chinês afirmou que, segundo uma investigação, essas quinze empresas de apoio escolar -- incluindo aplicativos móveis para a aprendizagem -- estão envolvidas em "propaganda enganosa" e que muitas cometeram "fraude nos preços".

As autoridades também detectaram "qualificações 'usurpadas' dos professores, assim como exageros quanto aos resultados positivos dos cursos propostos e opiniões de consumidores inventadas".

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