Esta visita de Joly, que partirá de Ottawa no domingo até o fim de semana seguinte, e ainda passará por Paris e Bruxelas, tem como objetivo "reafirmar o apoio inabalável do Canadá a soberania da Ucrânia e sua integridade territorial".

Suas conversas serão focadas na "agressão e as atividades desestabilizadoras da Rússia na Ucrânia e seus vizinhos", comunicou a nota.

Estados Unidos e seus aliados europeus vem denunciado durante semanas que a Rússia já deslocou 100 mil soldados na fronteira com a Ucrânia e Washington acusou Moscou, na sexta-feira, de ter tentado criar um "pretexto" para invadir a Ucrânia.

Este "reagrupamento de tropas e equipamentos russos" põe "em risco a segurança de toda a região", afirmou o governo canadense.

Segundo a chanceler canadense, "devemos dissuadir a Rússia de continuar com estas ações agressivas", pelo que seu país pretende "trabalhar com seus parceiros internacionais para defender a ordem internacional".

Em Kiev, Joly deve se reunir em particular com o primeiro-ministro, Denys Shmyhal. Também visitará aproximadamente 200 soldados canadenses deslocados desde 2015 para a Ucrânia através da missão UNIFIER, cujo o objetivo é contribuir para o treinamento das forças ucranianas.

Desde a anexação da península da Crimeia por parte da Rússia em 2014, o conflito entre as forças de Kiev e os separatistas pró-russos, Canadá que tem uma grande comunidade de origem ucraniana, impôs sanções a mais de 440 entidades e pessoas, muitas em coordenação com seus aliados.

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