O recorde anterior datava de 29 de julho, com 1.595 óbitos. A média dos últimos sete dias é de 1.262 mortes diárias, cifra que, até fevereiro, não havia ultrapassado os 1.100. Nás últimas 24 horas, foram registrados 59.925 casos, somando um total de 10,6 milhões.

A alta atual está relacionada, segundo especialistas, a festas de ano-novo e carnaval realizadas em muitos locais, apesar da proibição de aglomerações em vigor nos principais estados. "Se não colaborarmos com as autoridades e as autoridades não colaboram conosco, não conseguiremos controlar a doença", disse a pneumologista e pesquisadora Margareth Dalcolmo, da Fiocruz, em entrevista ao canal de TV GloboNews.

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