Os bombardeios aconteceram em bairros de Taiz, sudoeste, e Al-Durayhimi, na região costeira de Hodeida (oeste).

"O crime foi cometido pelos huthis durante ataques a um bairro sob controle do governo", afirmou uma fonte do governo local. Os rebeldes não se pronunciaram a respeito.

A ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) no Iêmen pediu no Twitter que "todos os grupos armados respeitem o direito internacional humanitário e adotem todas as precauções necessárias para evitar vítimas civis".

"Este ataque contra mulheres e crianças é inaceitável e injustificável", afirmou em um comunicado Altaf Musani, diretor da ajuda humanitária das Nações Unidas no Iêmen.

O conflito no Iêmen envolve desde 2014 as forças do governo reconhecido pela comunidade internacional, apoiadas pela Arábia Saudita, e rebeldes huthis, apoiados pelo Irã e que assumiram o controle de parte do território, incluindo a capital Sanaa.

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