Durante o voo no sábado para Berlim para participar em uma reunião de ministros das Relações Exteriores da Otan, Blinken expressou pêsames em uma ligação para a família de Shireen Abu Akleh, informou uma fonte do Departamento de Estado.

Blinken destacou o trabalho da repórter e "a importância de uma imprensa livre e independente", disse a fonte, que pediu anonimato.

O secretário de Estado também ofereceu o apoio dos diplomatas americanos em Jerusalém à família de Abu Akleh, que também tinha cidadania americana.

Abu Akleh, jornalista renomada do canal Al Jazeera, morreu ao ser atingida por um tiro na cabeça quando cobria uma operação militar israelense no campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia ocupada.

A Al Jazeera afirma que Israel atirou a "sangue frio. O primeiro-ministro israelense, Naftali Bennett, disse em um primeiro momento que a repórter "provavelmente" morreu ao ser atingida por tiros de combatentes palestinos.

Mas algumas horas depois, o ministro da Defesa, Benny Gantz, disse que o exército israelense "não tinha certeza" da procedência do tiro.

No funeral de sexta-feira, o caixão de Shireen Abu Akleh quase caiu durante uma operação das forças de segurança israelenses.

Israel anunciou no sábado que investigará a ação de seus agentes durante o enterro da jornalista.

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