"Não vou fazer nenhum movimento imediato, e o mesmo se aplica às tarifas", disse Biden ao jornal The New York Times, em uma entrevista publicada nesta quarta-feira.

Durante os quatro anos de mandato de Trump, as relações entre as duas maiores potências econômicas do mundo, China e Estados Unidos, desgastaram-se drasticamente, e o presidente americano impôs tarifas à importação de bens chineses da ordem de bilhões de dólares.

Biden tem criticado duramente o histórico de violações dos direitos humanos na China, e analistas preveem que seu governo manterá uma postura beligerante em relação a Pequim.

Desde que ganhou a eleição presidencial no mês passado, Biden deu a entender que promoverá uma política comercial que alteraria as alianças de Washington com a Europa e a Ásia-Pacífico, em um esforço para se unir a outras democracias para formar um contrapeso à China.

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