Veterano de conflitos no Iraque e no Afeganistão, o general de reserva de 67 anos superou a até então favorita ao cargo, a ex-subsecretária de Defesa Michele Flournoy, em meio à crescente pressão sobre o próximo presidente democrata para que que nomeie mais minorias em cargos-chave de seu gabinete.

Biden poderá revelar oficialmente a escolha nesta terça-feira, informou o Politico, primeiro veículo a divulgar a indicação.

Se for aprovado pelo Senado, o general da reserva se tornará o primeiro afrodescendente a comandar o maior exército do mundo, no qual a comunidade negra está fortemente representada.

Austin também atuou como ex-diretor do Comando central do Exército (Centcom), organismo que supervisiona as ações militares no Oriente Médio.

Deixou as forças armadas em 2016 e trabalhou na indústria da defesa, como muitos de seus antecessores. É membro do conselho de administração da Raytheon Technologies, o que lhe rendeu críticas de alguns setores progressistas.

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