"Este decreto autoriza os Estados Unidos a proibir - de maneira seletiva e circunscrita - os investimentos americanos em empresas chinesas que violem a segurança ou os valores democráticos dos Estados Unidos e de nossos aliados", disse o comunicado.

A lista passa de 31 para 59 empresas, marcadas por apoiar o complexo militar e de segurança chinês.

Essa expansão afeta empresas ligadas à tecnologia de vigilância chinesa usada para "facilitar a repressão ou graves abusos dos direitos humanos", que "minam a segurança ou os valores democráticos dos Estados Unidos e de nossos aliados", segundo o comunicado da Casa Branca.

A lista, iniciada durante a administração de Donald Trump (2017-2020), inclui grandes grupos de vários setores, como a fabricante de telefones Huawei, a petrolífera CNOOC, a China Railway Construction, a China Mobile, a China Telecom e até mesmo a empresa de videovigilância Hikvision.

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