"Este decreto autoriza os Estados Unidos a proibir - de maneira seletiva e circunscrita - os investimentos americanos em empresas chinesas que violem a segurança ou os valores democráticos dos Estados Unidos e de nossos aliados", disse o comunicado.

A lista passa de 31 para 59 empresas, marcadas por surprir e apoiar o complexo militar e de segurança chinês.

Essa lista inclui grandes grupos de vários setores, como a fabricante de telefones Huawei, a petrolífera CNOOC, a China Railway Construction, a China Mobile, a China Telecom e até mesmo a empresa de videovigilância Hikvision.

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