Desde o início da epidemia, mais de 130.685.270 pessoas contraíram a doença. A grande maioria dos doentes se recupera, mas uma parte ainda mal avaliada mantém os sintomas durante semanas e, inclusive, meses.

As cifras se baseiam nos boletins publicados diariamente pelas autoridades sanitárias de cada país e excluem as correções feitas a posteriori pelos diferentes organismos, como as de Rússia, Espanha ou Reino Unido. No sábado, foram registrados no mundo 8.985 novas mortes e 535.740 contágios.

Os países que reportaram mais óbitos segundo os últimos balanços oficiais foram o Brasil, com 1.987; os Estados Unidos (800) e a Índia (513).

O número de mortos nos Estados Unidos totaliza 554.779, com 30.671.844 contágios.

Depois dos Estados Unidos, os países com mais vítimas fatais são o Brasil, com 330.193 mortos e 12.953.597 casos; o México, com 204.011 mortos e 2.249.195 casos; a Índia, com 164.623 mortos e 12.485.509 casos; e o Reino Unido, com 126.826 mortos e 4.357.091 casos.

Entre os países mais afetados, a República Checa registra a maior taxa de mortalidade, com 252 óbitos por 100.000 habitantes, seguida de Hungria (223), Montenegro (207), Bósnia (206) e Bélgica (199).

Do início da epidemia até as 07h deste domingo, hora de Brasília, a Europa somava 968.790 falecidos (44.583.896 contágios); a América Latina e o Caribe, 795.357 (25.198.343); os Estados Unidos e o Canadá, 577.830 (31.668.923); a Ásia, 275.247 (18.303.260); o Oriente Médio, 115.317 (6.627.888); a África, 113.644 (4.264.758), e a Oceania, 997 (38.204).

Desde o início da pandemia, a quantidade de exames efetuados aumentou consideravelmente e as técnicas de rastreamento melhoraram, provocando uma alta dos contágios declarados.

No entanto, a quantidade de casos diagnosticados reflete apenas parte da totalidade de contágios, pois os casos menos graves ou os assintomáticos continuam sem ser detectados.

Este balanço foi realizado usando dados de autoridades nacionais, compilados pelos escritórios da AFP e com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Devido a correções das autoridades ou à publicação tardia dos dados, o aumento das cifras publicadas em 24 horas pode não bater exatamente com os números do dia anterior.

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