"Precisamos de medidas intensivas, transitórias, precoces e oportunas, sem afetar o comércio e a produção e o mínimo possível a educação", disse Vizzotti em entrevista coletiva.

A ministra garantiu que "a segunda onda é uma realidade" no país, por isso procura evitar o colapso do sistema de saúde.

As autoridades nacionais realizam reuniões com as províncias para acordar medidas preventivas e restrições, especialmente nos grandes centros urbanos.

"Embora estejamos vacinando, devemos reduzir a transmissão viral", enfatizou Vizzoti.

A Associação Argentina de Medicina Respiratória advertiu que "a possibilidade de um colapso da saúde é real".

"O ritmo de vacinação não será rápido o suficiente para conter uma segunda onda, a menos que a população voluntariamente decida restringir comportamentos de risco e adotar medidas de distanciamento, ao aceitar a vacinação que é oferecida", disse esta terça-feira em nota.

A ministra disse que visa acelerar a vacinação de pessoas em risco, incluindo aquelas com mais de 60 anos e aquelas entre 18 e 59 anos com fatores de comorbidade, uma população estimada em 15 milhões de pessoas.

Até o momento, chegaram a Buenos Aires 7,2 milhões de doses das vacinas Sputnik V, Sinopharm, Covishield e AstraZeneca.

Cerca de 4,4 milhões de doses foram administradas a 3,7 milhões de argentinos, entre os quais quase 700.000 receberam as duas doses.

Na segunda-feira, 13.667 novos casos de coronavírus foram notificados em 24 horas, com um total de 2.407.159 infecções. Foram 272 mortes, elevando o total para 56.471 mortes.

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