As salas de Nova York, fechadas desde 12 de março de 2020, poderão reabrir com 33% da capacidade ou um máximo de cem pessoas, todas com máscaras e respeitando o distanciamento obrigatório, anunciou o governador Andrew Cuomo em coletiva de imprensa.

Os espetáculos ao ar livre poderão ter um máximo de 200 espectadores.

A lotação aumentará para 150 pessoas nas salas que puderem testar antecipadamente os espectadores, e para 500 no caso dos eventos ao ar livre.

Com estes números, grandes produções da Broadway, - como "Frozen" e "O Rei Leão", entre ouras -, "não poderão ser retomadas", disse à AFP Martine Sainvil, porta-voz da Broadway, sem dar uma nova data.

"Mas estamos contentes de que alguns lugares, inclusive alguns teatros da Broadway, possam reabrir as portas e devolver ao público uma amostra do tanto que perdemos nestes meses obscuros", acrescentou.

Esta luz verde condicional ocorre enquanto avança a campanha de vacinação nos Estados Unidos e diminuem os casos e hospitalizações tanto em Nova York quanto em outros estados do país.

Embora alguns estados tenham começado a suspender as restrições, como o Texas, que anunciou na terça-feira o fim do uso obrigatório de máscaras, Cuomo pediu que a população se mantenha em alerta, particularmente pelas incertezas sobre as novas variantes do coronavírus.

"Na minha opinião, alguns estados estão indo longe demais, rápido demais", disse. "Você libera as restrições rápido demais e verá que a besta se levanta de novo".

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